Secure SDLC
Mil aplicações não se protegem só com política
Normas e checklists não sobrevivem ao contato com um pipeline de entrega real. Proteger software em escala exige uma plataforma que veja cada aplicação e engenheiros que saibam agir sobre o que ela revela.
O que muda
O que você recebe
Segurança que roda dentro do pipeline, não ao lado
Uma plataforma implantada nas suas instalações que inventaria as suas aplicações, observa o ciclo de desenvolvimento e faz emergir a fraqueza onde corrigi-la custa menos: no pipeline, antes do lançamento. Ela chega operada. Os engenheiros da CCI a conduzem ao lado das suas equipes, porque uma plataforma deste alcance só funciona quando quem a entende responde pelo resultado. O seu código permanece no seu parque; o que sai é a decisão, não o fonte.
Como funciona
1 · Mapear
Inventariar o parque de aplicações e os pipelines que o constroem: o que existe antes do que é protegido.
2 · Instrumentar
Implantar a plataforma nas suas instalações e conectá-la ao ciclo, do commit ao lançamento.
3 · Operar
Os engenheiros da CCI conduzem a plataforma com as suas equipes, triando achados por risco real, não por contagem.
4 · Sustentar
Entregar uma prática mensurável e repetível: uma segurança que se sustenta após o fim do trabalho.
Por que plataforma e pessoas juntas
Não vendemos a plataforma sozinha, e não alocamos consultores sem ela. Nesta escala, a ferramenta sem operadores produz ruído, e os operadores sem ferramenta não acompanham. As duas vêm como um só trabalho porque é a única configuração que funciona.
Parte da prática de engenharia e garantia da CCI, alimenta a mesma imagem de risco quantificada que o resto da plataforma produz.